21 fevereiro 2020

O fim e a ira de Deus

Referências: Ezequiel 7: 1 a 14 / Romanos 6:23

Deus mostra para o autor do livro de Ezequiel sobre o fim e Sua ira, o profeta nos dá um alerta para que devemos rapidamente se arrepender, obedecer e ser santo.

Pois sei que temos problemas mas Deus é maior que eles, por tanto, devemos ficar atentos ao aviso de Deus para estarmos sempre preparados para volta do Senhor. Sendo assim, não podemos perder tempo com coisas vans, mas precisamos perder tempo em pregar o evangelho, falando de Jesus e sua volta.

Quero lembrar que Deus agrada do homem/mulher que obedece, tem uma vida santa (separado do comum/pecado) e faz a obra do Senhor com esmero. Sendo que não devemo-nos gabar por obras que fazemos, pois não vamos ser salvos pelas obras (Efésios 2: 8,9).

Caro leitor, seja vigilante todo o tempo pois agora o fim está próximo e devemos ser santo todo tempo, sendo que, devo lembrar que hoje temos mais uma oportunidade de viver mas e amanhã será que teremos o mesmo fim?........deixo essa pergunta para você. E por fim, vejo muita vantagem em se entrega a Deus totalmente.

Obs:. Peço ao leitor que leia Ezequiel 7, para que foi escrito acima venha complementar a palavra de Deus.

Pense Nisso ;)

02 janeiro 2020


Oração Não Egocêntrica

Referência Bíblica: Tiago 4: 3

A oração é muito importante, nos faz comunicar com Deus. Sendo que muitas de nossas orações são feitas para erguer o nosso EU. Mas Deus quer que façamos orações debaixo do querer d'Ele não tendo segundas intenções.

Por tanto, precisamos que TUDO que agente pedir Deus vai dá, mas o Senhor vai dá de acordo com o o propósito d'Ele. Vejamos 5 coisas que devemos fazer para ter uma caminhada plena com Deus:


  1. Precisamos pedir a Deus que deixe a nossa natureza pecaminosa morta.
  2. Devemos nos purificar, está sempre limpo. (Ser separado do pecado)
  3. Pedir a Deus que possa nos encher com Espirito Santo.
  4. Pedir a Deus que venha nos proteger e que nos guie.
  5. Sempre pedir a Deus que possamos ser um instrumento na obra d'Ele.
Por isso, caro leitor devemos ter zelo ao fazer nossas orações, não podemos ser tão egocêntrico quando oramos a Deus. Tenha como referência a oração que Jesus nos ensinou. (Mt 6: 9 a 13)

Pense Nisso ;)

19 novembro 2019

Quem é Quem na Bíblia Sagrada #8

Equer

Esse nome parece em três momentos históricos sendo que são pessoas diferentes.

O significado de seu nome é "aquele que vigia". Um dos netos de Jerameel (ICr 2:27).
  • Primeiro filho de Judá com sua esposa cannita e neto de Jacó (Gn 38: 3 a 7, 12/ Gn 46: 12/ Nm 26:19/ ICr 2: 3). Seu pai arranjou-lhe uma esposa chamada Tamar. A Bíblia nada diz sobre Er, exceto que "era mau aos olhos do Senhor, pelo que o Senhor o matou" (v. 7). Maiores detalhes são os dados sobre o pecado de seu irmão Onã, mas parece que a maioria dos membros da família havia rejeitado o Senhor e se envolvido na cultura e religião dos cananeus. Em Gn 38 registra os pecados de Judá e sua família.
  • Filho de Sela e pai de Leca; sendo, neto de Judá (ICr 4:21). Era líder dos clãs que trabalhavam com linho e vivia em Bete-Asbéia.
  • Foi listado na genealogia de Jesus no livro de Lucas, que vai de José a Adão. Era filho de Josué e pai de Elmadã (Lc 3:28).

Bibliografia: Gardner, Paul - Quem é Quem na Bíblia Sagrada - São Paulo: Editora Vida, 2007.  - 9ª impressão da 1ª ed. de 1999.

04 outubro 2019

Jejum

O que é o jejum


     A palavra jejum ou ‘nestéia’ do grego significa abster-se voluntariamente do alimento. O Jejum bíblico para não ser apenas religioso e vazio deve ser acompanhado de oração, adoração, arrependimento, atos de justiça, leitura e meditação bíblica. Em fim, jejum é um ato voluntário de abstinência total ou parcial de alimentos durante um período limitado de tempo, geralmente praticado por razões morais e/ou religiosas.

O povo judeu e o seu jejum


     No judaísmo, a Lei de Moisés estabeleceu o Dia da Expiação, que é o único dia de jejum público estipulado (Lv 16.29 a 31; 23.26 a 32; Nm 29.7 a 11). Contudo, encontramos no AT muitas referencias de jejuns sendo alguns públicos outros particulares. A maioria desses jejuns está ligada à oração (Sl 35.13); ao sofrimento e ao luto (Jz 20.26; 1º Sm 31.13; 2º Sm 1.12); à disciplina da carne e valorização de princípios como a humildade (Ed 8.21); ao arrependimento e confissão de pecados (1ª Sm 7.6; 2º Sm 12.15 a 23; 1º Rs 21.27 a 29; Ne 9.1 e 2; Jl 2.12 e 13) e; ao posicionamento diante de Deus, para demonstrar preocupação por este ou aquele assunto importante (2º Cr 20.1 a 4; Sl 69.10; 109.24; Dn 9.3; Jl 1.14). Caso o jejum não fosse acompanhado de oração, arrependimento verdadeiro, atos de justiça e posicionamento diante de Deus, esse jejum era denunciado pelos profetas como legalista e vazios (Is 5.8; 58.5 e 6; Jr 14.11 e 12).

   Atualmente este dia especial de jejum é conhecido como Yom Kipur ou Ioum Quipúr, Dia da Expiação. No calendário judaico começa no crepúsculo que inicia o 10º dia do mês hebreu de Tishrei (que pode coincidir com os meses de setembro, outubro ou novembro; pois é uma data flutuante), continuando até ao seguinte pôr do sol (um jejum total, mas proibido para crianças, grávidas, doentes e outros. O jejum pode ser interrompido se a pessoa passar mal). Os judeus tradicionalmente observam esse feriado seguindo um período de jejum e oração intensa por 254 horas, uns 15 dias, aproximadamente.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Yom_Kipur.

O povo judeu e o seu jejum na época de Jesus


    Jesus ao ser levado pelo Espírito Santo ao deserto jejuou por 40 dias e 40 noites, lugar onde foi tentado por Satanás. E segundo as Escrituras, também foi servido pelos anjos. O objetivo deste jejum foi uma parte da preparação do ministério formal do Senhor (Mt 4.1 e 2; Mc 1.10 a 13; Lc 4.1 e 2). O número 40 representa propósito diante de Deus, usado comumente pelos judeus daquela época. Já quanto ao jejum ter sido total ou parcial a Bíblia não diz nada, porém afirma que o Senhor não comeu nada. 

     O mesmo aconteceu com Moisés no monte Sinai (Ex 34.28) quando por quarenta dias e quarenta noites não comeu pão e não bebeu água, e ao descer do monte o seu rosto brilhava. Alguns jejuns mais radicais entre os judeus começam ao pôr do sol e terminava ao pôr do sol do dia seguinte. Podia-se comer um pouco antes do início, ou antes, de começar o jejum. E quando o jejum era entregue no dia seguinte, se alimentavam com suco de frutas podendo ou não continuar o jejum. Neste caso é o jejum total. Apesar da importância do jejum, os evangelhos registram que Jesus falou apenas duas vezes a respeito do jejum: 

  1. advertindo Seus discípulos de que ele deve ser um ato particular de simples devoção a Deus;
  2. E para indicar que seria apropriado que Seus seguidores jejuassem depois que Ele os deixasse (Mt 6.16 a 18; 9.14 e 15; cf. Mc 2.18 a 20; Lc 5.33 a 35).


    Existe um acréscimo entre chaves em alguns manuscritos antigos do NT a respeito da oração associada ao jejum como preparação espiritual para expulsar certa casta de demônios, (Mt 17.20 e 2; Mc 9.29) “Respondeu-lhes: Esta casta não pode sair senão por meio de oração [e jejum]. ” 

     Fica claro que o Senhor Jesus Cristo não enfatizou o jejum nem determinou quaisquer regras no tocante à sua observância, conforme João Batista e os fariseus tinham feito para os discípulos deles. Mas em diálogo com a mulher samaritana Jesus afirmou: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores”. 

    Desta forma fica claro também, que o jejum cristão é voluntário como ato de devoção a Deus. Ainda que alguma Congregação tenha fixado a obrigatoriedade do jejum, cabe a obediência, porém deve ser oferecido a Deus por livre e espontânea vontade. Ainda, que podemos e devemos associar ao nosso jejum cristão: a oração; o arrependimento e confissão de pecados; a leitura e meditação da Palavra de Deus; atos de justiça e misericórdia; louvor e adoração; disciplina da carne com valorização e busca de princípios como a humildade, perdão, etc.; demonstrar interesse pela vontade de Deus entre nós.

O jejum e os tempos atuais


     Os cristãos atuais têm novamente perdido o sentido real que o jejum possui tal como ensinado por Jesus: Devoção cristã simples, voluntária e ação apropriada do fiel a Deus. Muitos grupos, inclusive carismáticos pentecostais tem ligado o jejum à oração como um meio de se aprofundar a vida espiritual e/ou barganhar favores de Deus. Alguns chegam a afirmar que o jejum e a oração são capazes de mudar a história, ignorando, às vezes, o próprio Apocalipse como vontade de Deus para execução de sua ira conta o mal, a impiedade e a injustiça.

A prática do jejum e seus perigos espirituais


    Qualquer prática religiosa oferece riscos e perigos, não é diferente com o jejum cristão, caso sua prática se desvie da Bíblia. Quando o jejum foge da essência que Jesus ensinou, tal prática pode ser enfatizada a expensas de outro ensino bíblico, em outras palavras,  mau uso do jejum promovendo assim o egoísmo, a religiosidade, etc. São alguns dos abusos denunciados pela Bíblia: jejum como meio para obter coisas da parte de Deus; jejum como substituto para o arrependimento verdadeiro; jejum como uma convenção superficial; jejum como fim em si mesmo, promovendo a religiosidade externa (Is 58; Zc 7.5; Mt 6.16). 

    Também, jejuns com fins de visões induzidas pela própria pessoa, muitas até danosas. Podemos concluir que a oração, a vigilância e o jejum praticados juntos, pelo individuo ou pela Congregação, promovem a vida com Deus. Ele pode ser total ou parcial, desde que seja livre e acompanhado dos princípios bíblicos, Pois, longe do legalismo e da tentativa de manipular Deus, nosso devocional é aceito e se torna algo gratificante.

Referencia Bibliográfica:
  • Enciclopédia – Histórico – Teológica da Igreja Cristã. Walter A. Elwell

    – E / M.
  • Bíblia Interativa – Bíblia em Ação – Pregando com os mestres. 2000. Vida Nova.
Estudo do Pr. Rogério Maia

10 setembro 2019

Conquista

Referências: 2º Samuel 5: 6 a 12 / 2º Cr 8: 7 e 8

      Para ter uma boa conquista e ser um bom conquistador precisamos vê os exemplos de homens e mulheres de Deus que são registrado na Bíblia e com as pessoas que morreram pelo nome de Jesus. Mas nesta pequena desertação vamos falar de Davi com suas conquistas e aplicá-las em nossas vidas.

       Vejamos alguns pontos de importância:

  1. Andar na presença de Deus (Sempre) - Rm 8:28
    • As conquistas será duradouras.
    • Não iremos ficar insatisfeitos depois de uma conquista.
  2. Não se preocupar com o tempo - 2º Sm 5: 3 a 5
    • O tempo é indeterminado para conseguirmos conquistar.
    • Davi só pode ser Rei quando Saul morreu.
  3. Seguir as orientações de pessoas que estão debaixo da presença de Deus
    • Davi segue as orientações de Moisés e Josué para conquistar a terra prometida.
    • Tomar cuidado pois nem todas orientações agradar Deus.
  4. Pô as mãos no arado (Trabalhar)
    • Davi mesmo sendo rei ele trabalhou duro para conquistar seu lugar no reinado e a terra prometida.
    • Devemos trabalhar.
  5. Ter virtudes
    • Ser segundo o coração de Deus - 1º Sm 16: 7
      • Fazer o que Deus quer;
      • Ter as mesmas vontades de Deus;
      • Agir, falar como Deus quer.
    • Ter o Espírito Santo de Deus - 2º Sm 5: 10
    • Ter sabedoria - 2º Sm 5: 8
    • Ser trabalhador(a) e ter responsabilidade - 1º Cr 11: 7 a 9
Depois desses pontos atribuir nas nossas vidas não podemos nos descuidar do Ide de Jesus.

Pense Nisso ;)

Postagem em destaque

Buscar a Face de Deus

A busca tem que ser por completo e temos várias provas que Deus que nós o busquemos. Vejam as citações que encontramos na Bíblia: Hebreus ...